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O sindicato / HistóriaO SINDICATO

Conheça nossa história

Das primeiras associações à consolidação do SINDIFISCAL/MS: uma trajetória de participação, solidariedade e valorização profissional.

Registro da Assembleia Geral de transformação da AATE em SINDATE, reunindo a categoria na Câmara Municipal de Campo Grande
Assembleia Geral de criação do SINDATE, em 30 de setembro de 1989. Fotografia reproduzida da publicação Memória Sindical, página 15.
MARCOS DA NOSSA TRAJETÓRIA

Uma história de união e conquistas

  1. 1979

    Implantação de Mato Grosso do Sul e início da organização dos servidores no novo Estado.

  2. 1980

    Fundação da AEMS.

  3. 1981

    Criação da AAFISTRISUL.

  4. 1984

    União das associações e formação da AATE.

  5. 30/09/1989

    Transformação da AATE em SINDATE.

  6. 1991

    Primeira diretoria eleita, presidida por Amarildo Valdo da Cruz.

  7. 2000

    Conquistas relativas ao nível superior e à competência na fiscalização de mercadorias em trânsito.

  8. 2006

    Marco da atuação em torno do auto de infração no trânsito.

  9. 2015

    Nova denominação do cargo e adequação do nome do sindicato para SINDIFISCAL/MS.

  10. 2016

    Publicação de Memória Sindical.

Uma história construída pela união

A trajetória do SINDIFISCAL/MS acompanha a organização dos servidores do Fisco sul-mato-grossense após a implantação de Mato Grosso do Sul, em 1979. Das primeiras associações à consolidação do sindicato, a participação dos colegas da Capital e do interior foi decisiva para construir uma representação coletiva e conquistar reconhecimento profissional.

As primeiras associações

Em 1980, nasceu a Associação dos Exatores de Mato Grosso do Sul (AEMS), inicialmente com cerca de 29 membros. Sua primeira presidente foi Marly Eulina Brandão de Souza, sucedida por Leopoldo Marques Ney e João Bosco de Figueiredo Costa. A união dos associados viabilizou a aquisição do terreno e a construção da sede que passou a integrar a história da entidade.

Em 1981, foi criada a Associação dos Agentes de Fiscalização Tributária de Mato Grosso do Sul (AAFISTRISUL), presidida por José Carlos Paniago. Mantida com a contribuição dos próprios colegas, a associação enfrentou a escassez de recursos e buscou melhorias nas condições de trabalho, na segurança e na remuneração dos servidores.

A união na AATE

Em 1984, a união da AEMS com a AAFISTRISUL deu origem à Associação dos Agentes Tributários Estaduais (AATE). Robercy Victório da Silva foi seu primeiro presidente. Em maio de 1989, Laucídio de Castro Ribeiro assumiu a direção da associação, permanecendo até sua transformação em sindicato.

A solidariedade também marcou esse período. Iniciativas de arrecadação e trabalho voluntário ajudaram a ampliar o patrimônio e o apoio aos associados. O Clube de Campo e o Hotel de Trânsito fazem parte dessa construção, que contou com a participação de colegas como Suzana Bambokian e sua família.

30 de setembro de 1989: nasce o SINDATE

Em Assembleia Geral realizada na Câmara Municipal de Campo Grande, a AATE foi transformada no Sindicato dos Agentes Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul (SINDATE). A decisão abriu uma nova etapa de organização e mobilização da categoria.

A primeira diretoria, de 1989 a 1991, teve Joarce da Silva Camargo na presidência, sucedido por Elmio Leal Garcia e Omar Joan Hubner. Esse período foi marcado pela implantação de delegacias sindicais, pela mobilização diante dos atrasos salariais e pela busca de valorização profissional.

Conquistas construídas por várias gerações

Em 1991, Amarildo Valdo da Cruz tornou-se o primeiro presidente eleito do sindicato. As gestões seguintes ampliaram a atuação da entidade, com mobilizações, estudos técnicos, negociações e iniciativas voltadas à estrutura da carreira e à remuneração.

Na gestão de José Carlos Gomide de Souza, entre 1995 e 1997, um estudo sobre o potencial de arrecadação estadual contribuiu para o debate sobre o fortalecimento da fiscalização de mercadorias em trânsito. A atuação sindical passou a reunir a defesa da categoria e propostas para melhorar a administração tributária.

Durante a gestão de Fátima Doracy Ferreira Prado, de 1999 a 2001, a mobilização dos servidores contribuiu para conquistas registradas na publicação: a exigência de nível superior para ingresso na carreira e a ampliação da competência na fiscalização de mercadorias em trânsito, por meio das Leis nº 2.143 e nº 2.144, de 2000.

Nos anos seguintes, a memória da entidade registra avanços na incorporação de produtividade, na progressão funcional, na estrutura das delegacias e na autonomia profissional. As gestões de Washington Ferreira de Moraes destacaram a atuação em torno do auto de infração no trânsito, em 2006, e da grade salarial.

2015: o reconhecimento no nome

A mudança da denominação do cargo de Agente Tributário Estadual para Fiscal Tributário Estadual, em 2015, concretizou uma reivindicação histórica da categoria. Na gestão de Marco Aurélio Cavalheiro Garcia, o sindicato também adequou sua denominação para SINDIFISCAL/MS.

O período reuniu ações de implementação da grade salarial, revisão de cálculos e recomposição de pagamentos a aposentados, além da revitalização das fachadas das sedes e de melhorias na estrutura de convivência dos sindicalizados.

Memória que une gerações

Cada associação, diretoria, delegacia e mobilização contribuiu para essa trajetória. Preservar a memória do SINDIFISCAL/MS é reconhecer o esforço dos servidores que construíram a entidade e manter vivo o vínculo entre gerações.

SOBRE ESTA MEMÓRIA

Fonte: Memória Sindical, publicação do SINDIFISCAL/MS, outubro de 2016. Esta síntese reúne os marcos registrados em documentos e depoimentos da publicação e apresenta o período de 1979 a 2016.