Resultado do PIB mostra continuação de recessão 'intensa', diz Fazenda



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01/06/2016 - 00:00

O Ministério da Fazenda avaliou nesta quarta-feira (1) que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre deste ano, que registrou queda de 0,3% sobre os três meses anteriores, confirmou que "teve continuidade a mais intensa recessão de nossa história, a qual, dentre outros aspectos, gerou um contingente de 11 milhões de desempregados".

"Nos próximos trimestres, entretanto, em grande parte como consequência da implementação tempestiva de iniciativas recentemente anunciadas, deve ter início o processo de recuperação da economia brasileira", acrescentou o Ministério da Fazenda, por meio de nota à imprensa.

Segundo os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a retração do PIB nos três primeiros meses deste ano representou o quinto recuo trimestral seguida da economia brasileira. Em 2015, a economia brasileira "encolheu" 3,8% – o pior resultado em 25 anos.

Apesar da contração, foi o melhor resultado nessa comparação desde o quarto trimestre de 2014, quando o PIB cresceu 0,2%. Mas o dado está longe de ser bom, avalia o IBGE.

“Melhora por enquanto não houve até porque mesmo na margem a variação é negativa, mas é muito menor do que havia antes porque meio que manteve o patamar de queda em relação ao trimestre anterior”, explicou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Pela lado da demanda, os investimentos e o consumo das famílias foram destaque negativo: o primeiro com queda de 2,7%, e o segundo, de 1,7%. As despesas do governo foram as únicas a registrar crescimento, de 1,1% frente aos três meses anteriores.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2015, o consumo das famílias sofreu um "tombo" de 6,3%. O indicador, que foi um dos grandes impulsos para o PIB entre 2008 e 2011, completou oito trimestres de queda nessa comparação. No acumulado em quatro trimestres, o recuo vem desde o período de abril a junho do ano passado.

Economistas ouvidos pelo G1 esperavam, porém, queda maior do PIB no primeiro trimestre deste ano. "Teve uma surpresa positiva, a gente tinha previsto uma queda de 0,8% no trimestre e de 6,1% no ano contra ano, então foi melhor do que a gente imaginava essa queda de 0,3% e 5,4%", disse Alessandra Ribeiro, diretora da área de macroeconomia da Tendências Consultoria.

Fonte: G1

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