Prévia da inflação oficial em abril é a menor em 4 anos, diz IBGE



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20/04/2016 - 00:00

O Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, passou de 0,43% em março para de 0,51% em abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (20). É o menor resultado para o mês desde abril de 2012, quando o índice foi de 0,43%.

Em abril de 2015, a taxa havia sido de 1,07%. No acumulado do ano até abril, o índice aponta inflação de 3,32%, abaixo dos 4,61% registrados em igual período do ano anterior. Nos últimos 12 meses, a inflação é de 9,34%, também abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (9,95%).

Itens que mais subiram

A categoria Alimentação e Bebidas foi a que mais contribuiu para o avanço do IPCA-15, com alta de 1,35% em abril – alta de 0,34 ponto percentual para a formação do índice no mês. Em seguida, Saúde e Cuidados Pessoais avançou 1,32%.

Na região metropolitana de Belo Horizonte, os preços dos alimentos ficaram 2,12% mais caros, seguidos por Belém (1,94%). O item frutas (8,52%) deteve a maior contribuição individual (0,09 ponto percentual).

Além das frutas, outros produtos ficaram mais caros de um mês para o outro, sobretudo o açaí (11,80%), cenoura (8,77%), leite (5,76%), hortaliças (5,02%), batata-inglesa (4,80%) e feijão-carioca (4,19%). Por outro lado, o tomate (-8,63%) e a cebola (-3,35%) ficaram mais baratos.

Os remédios, 2,64% mais caros, se destacaram no grupo Saúde e Cuidados Pessoais (1,32%), reflexo de parte do reajuste de 12,50% em vigor a partir de 1º primeiro de abril. Plano de saúde (1,06%), artigos de higiene pessoal (0,70%) e serviços laboratoriais e hospitalares (0,66%) são outros destaques no grupo.

Nos demais grupos, destacam-se, em alta, os seguintes itens: tv, som e informática (1,69%); artigos de limpeza (1,42%); taxa de água e esgoto (0,98%); emplacamento e licença (0,75%); empregado doméstico (0,69%); roupa feminina (0,57%); conserto de automóvel (0,48%); ônibus urbano (0,37%).

O resultado da taxa de água e esgoto (0,98%) foi influenciado pelas regiões metropolitanas de Recife (9,21%), onde a tarifa foi reajustada em 10,69% a partir do dia 20 de março, e de Curitiba (4,70%), com reajuste de 10,48% em 1º de abril.

Recuo nos preços da energia

A queda de 2,86% na energia elétrica foi a mais expressiva entre as baixas do índice, com o fim da cobrança extra da bandeira tarifária. Desde 1º de abril, deixou de ser cobrado o valor de R$ 1,50 por cada 100 kilowatts-hora consumidos, da bandeira amarela.

Segundo o IBGE, as contas de energia em todas as regiões pesquisadas do país ficaram mais baratas, especialmente em Salvador (-6,63%). Em algumas regiões, inclusive Salvador, também houve queda no valor das alíquotas do PIS/COFINS.

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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