Intenção de consumo das famílias recua 34,5% em um ano, mostra CNC



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22/09/2015 - 00:00

A intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 34,5% em setembro, em relação ao mesmo mês no ano anterior. Em comparação com agosto, o recuo foi de 2,4%. Esta é a oitava queda consecutiva, apontou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, e todos os quesitos anlisados seguem nos menores valores da série histórica, iniciada em 2010.

Segundo a entidade, o ICF registrou 79,8 pontos em setembro, permanecendo na zona negativa – quando fica abaixo de 100 pontos – indicando “uma percepção de insatisfação com a situação atual”.

“Nem mesmo a desaceleração da inflação em agosto – que ficou, de acordo com dados do IBGE, em 0,22%, ante 0,62% de julho – animou as famílias a retomar as compras”, analisou a CNC, em nota.

Vendas do varejo

A CNC revisou para baixo a expectativa de vendas no varejo restrito em 2015, "analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia", e espera uma retração de 2,9%, ante a queda de 2,4% projetada no mês passado.

Consumo atual

Ainda de acordo com a confederação, o item que pondera o nível de consumo atual é um dos mais baixos, com 59,9 pontos, e queda de 3,9% em comparação com agosto. Em relação a setembro de 2014, o recuo foi de 41%.

“A maior parte das famílias (55,8%) declararam estar com o nível de consumo menor que o do ano passado”, apontou.

No entanto, foi o item que mede a intenção de compra de bens duráveis, como veículos e eletrodomésticos, que registrou o menor nível da ICF, 52,5 pontos. Houve queda de 3,4% na comparação mensal, e 51,8% em relação a setembro de 2014.

“O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento permanecem como os principais motivadores do enfraquecimento na intenção de compras a prazo”.

Emprego

O item que analisa a satisfação com o emprego atual foi o único dos sete analisados na pesquisa que se manteve na zona positiva, 106,9 pontos. Contudo, registrou queda de 1,4% em setembro, em comparação com agosto, e 18,8%, em relação a 2014.

“O percentual das famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego vem diminuindo a cada mês e está em 31,9%”.

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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