FMI avalia cortar projeção de crescimento global



Essa página teve 15 visualizações


01/09/2016 - 00:00

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou que a instituição deve reduzir sua previsão de crescimento global de 2016 novamente devido à demanda fraca, queda do comércio e investimento e crescente desigualdade.

Lagarde disse à Reuters em entrevista que os líderes do G20 precisam fazer muito mais para estimular a demanda, impulsionar o comércio e a globalização e combater a desigualdade.

E embora algumas importantes ameaças à economia global ainda não tenham se materializado, como a recessão provocada pela decisão britânica de sair da União Europeia ou um colapso no crescimento chinês, ela descreveu o cenário global como "um crescimento ligeiramente em queda, frágil, fraco e certamente não alimentado pelo comércio".

"Seria possível argumentar que a decisão britânica não está realmente gerando a forte crise que esperávamos, seria possível argumentar que a transição chinesa está ocorrendo razoavelmente bem e seria possível argumentar que os preços baixos das commodities subiram um pouco", disse Lagarde.

"No entanto, quando você olha mais a fundo as perspectivas de crescimento econômico, o potencial de crescimento e a produtividade, não estamos vendo sinais muito bons e provavelmente nós vamos revisar para baixo nossa projeção para o crescimento em 2016."

O FMI deve rever as estimativas em seu relatório "Perspectiva Econômica Global" no começo de outubro, antes de suas reuniões anuais.

Citando incertezas globais em torno do referendo do Reino Unido sobre a permanência na UE, o FMI cortou em julho a previsão de crescimento global para 3,1 por cento em 2016 e 3,4 por cento em 2017.

Lagarde explicou que falará aos líderes do G20 no domingo e na segunda-feira em Hangzhou, na China, que mais reduções no potencial de crescimento e mais obstáculos ao livre momento de bens, serviços, capital e pessoas afetará todos eles. Ela disse que as pessoas prejudicadas pelo comércio e inovação precisam ser ajudadas por políticas que as permitam se requalificar e adquirir novas aptidões e mobilidade de emprego.

"Isso é algo que todos os países e governos devem se preocupar e sobre o qual se mobilizar", disse Lagarde. O FMI disse em nota aos líderes do G20 que a queda dos volumes de comércio contribuiu para o menor crescimento e pediu a eles que defendam os benefícios do comércio.

Fonte: G1

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

IR terá novas regras para restituição e bets; MS espera 647 mil declarações

Declaração terá campos para apostas esportivas, restituição antecipada e novos mecanismos para evitar erros no envio

Injeção do BNDES na economia equivale a R$ 1 bilhão por dia em 2025

Banco público teve lucro recorrente recorde de R$ 15 bilhões

Safra 2026/2027 deve impulsionar produção recorde de etanol

Somados, hidratado e o anidro representam mais de 30 bilhões de litros de gasolina




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---