Economista projeta juros em 11,5% no fim do ano

Brasil pode ter cortes de juros ainda no primeiro semestre de 2026

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11/02/2026 - 10:23

O início do ciclo de cortes de juros no Brasil deve acontecer ainda no primeiro semestre de 2026, com reduções graduais, avaliou Gustavo Cruz, economista e estrategista da RB Investimentos, no Mercado Aberto, do Canal UOL. Cruz disse que a maior parte do mercado espera um corte de 0,5 ponto percentual nas primeiras reuniões do Copom. Ele vê espaço para flexibilização.

“Acredito que a maior parte do mercado já está acreditando no meio percentual, tem bastante espaço. A taxa de juros em 15% não é qualquer coisa, a gente está vendo diversas empresas com dificuldades financeiras, dificuldades para pagar a taxa de juros das suas dívidas ano após ano, por isso já está bem postergado e esse início de ciclo de corte de juros”, Gustavo Cruz.

Para Cruz, o BC deve evitar cortes mais agressivos, como de 0,75 ou 1 ponto, e manter a cautela no começo do ciclo.

“Acho que o Gabriel [Galípolo, presidente do BC] também está se segurando para que não aumentem ainda mais a discussão para 0,75, um ponto, nas reuniões seguintes, mostrando que vai começar, pelo menos, com muita parcimônia nos primeiros cortes desse novo ciclo de corte de juros. Então, pelo menos, 0,5% nessa de março e na seguinte”, Gustavo Cruz.

Cruz acredita que, com o início dos cortes, economistas devem revisar para baixo suas expectativas de juros, trazendo alívio para o crédito e para a economia.

“Para o final de 2026, a gente projeta 11,5%, que é uma taxa um pouco abaixo da que o mercado imagina, que está em 12,25%. Acredito que tem bastante espaço. Eu imagino que a partir do momento que eles comecem a cortar juros em março, muitos economistas vão reduzir suas expectativas também. Isso vai ser um alívio que a gente vai verificar ao longo desse primeiro semestre”, Gustavo Cruz

'Galípolo sinaliza que pode mexer nos juros', diz Cruz

O Banco Central, sob Gabriel Galípolo, reforçou a comunicação com o mercado e pode ajustar a taxa Selic conforme o cenário da inflação, avaliou Gustavo Cruz. O foco é levar a inflação para perto da meta de 3%.

“Bom, acredito que o Gabriel Galípolo está sinalizando que vai aos poucos e que pode ir mexendo na taxa de juros para frente, para trás, dependendo do que ele entenda que vai ter impacto na inflação. De fato, o Gabriel Galípolo e os diretores têm tentado passar esse comunicado, essas mensagens para o mercado financeiro, de que eles vão fazer o possível para segurar a inflação ou levar ela para mais perto da meta de 3% no horizonte considerado relevante para eles”, Gustavo Cruz.

Fonte: UOL
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