Economia do Brasil mostra sinal de fraqueza, diz OCDE



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08/09/2015 - 00:00

A economia da China está perdendo ímpeto e outras grandes economias emergentes como Brasil e Rússia também estão mostrando sinais de fraqueza, disse a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento ou Econômico (OCDE) nesta terça-feira (8).

Apesar de o crescimento na zona do euro parecer estável, ele aparentemente está diminuindo nas economias dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, embora de níveis relativamente altos para economias de seus tipos, disse a OCDE em seu relatório sobre o índice que compila mensalmente.

O indicador, desenvolvido para detectar pontos de virada, caiu para 97,6 ante 97,9, recuando ainda mais do nível de 100 que representa a média de longo prazo.

Em economias avançadas, a instituição divulgou quedas de 0,1 ponto para as economias dos EUA, Reino Unido e Canadá, para 99,5, 99,7 e 99,4 respectivamente.

"O ímpeto do crescimento deve se moderar no Canadá e também no Reino Unido e EUA, embora a partir de níveis relativamente altos", disse a OCDE.

"Por outro lado, o cenário continua a se deteriorar para a China, com o indicador apontando com mais força para uma perda de ritmo de crescimento. Sinais de desaceleração do ímpeto de crescimento também estão ressurgindo na Rússia. No Brasil é previsto um ímpeto fraco de crescimento."

Apesar de a leitura para a zona do euro ter recuado para 100,0 ante 100,1, a OCDE descreveu o cenário como de "ímpeto estável de crescimento". A organização disse o mesmo sobre o Japão, para o qual o índice permaneceu em 100,0.

Desempenhos dos PIBs

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 1,9% no segundo trimestre de 2015, em relação aos três meses anteriores, e o país entrou na chamada "recessão técnica", que ocorre quando a economia registra dois trimestres seguidos de queda. De janeiro a março deste ano, o PIB teve baixa de 0,7% (dado revisado).

Essa retração de 1,9% foi a maior desde o primeiro trimestre de 2009, quando a economia também registrou o mesmo recuo.

Já o crescimento da economia dos Estados Unidos foi revisado para um ritmo anual de 3,7% no segundo trimestre deste ano, de acordo com a segunda estimativa do Departamento do Comércio dos Estados Unidos divulgada no dia 27 de agosto. O forte impulso pode permitir ao Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) aumentar a taxa de juros este ano.

A economia da zona do euro cresceu mais que o estimado inicialmente, segundo dados divulgados nesta terça-feira (8), principalmente devido ao crescimento mais rápido na Itália e na Grécia.

Segundo a agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, o Produto Interno Bruto (PIB) dos países que compartilham o euro cresceu 0,4% no período de abril a junho frente aos três meses anteriores. A primeira estimativa, divulgada no mês passado, apontava para uma alta de 0,3%.

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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