Analistas esperam pelo menos mais uma alta da Selic, em fevereiro



Essa página teve 44 visualizações


17/01/2014 - 00:00

As previsões mais pessimistas do mercado financeiro se concretizaram: em decisão unânime, o Banco Central (BC) optou, ontem, por elevar o juro básico da economia em 0,5 ponto percentual, para 10,5% ao ano. Foi a sétima alta consecutiva em menos de um ano. E, a julgar pelo comunicado divulgado instantes após o término da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC deixou a porta aberta para, pelo menos, mais uma alta da Selic em 2014, ao usar a expressão “neste momento” para explicar a decisão. “A leitura que fizemos foi a de que aumentou a probabilidade de mais uma elevação, mas talvez num ritmo menor do que foi feito até agora”, disse a economista Tatiana Pinheiro, do Santander.
Mesmo que o ajuste na taxa seja de 0,25 ponto percentual na próxima reunião do Copom, marcada para fevereiro, os juros já terão retornado para o patamar em que a presidente Dilma Rousseff os encontrou. No fim da gestão Lula, em dezembro de 2010, a Selic estava em 10,75% ao ano. Terá sido enterrada de vez, então, a bandeira política que a presidente fez tantas vezes questão de empunhar: a de ter levado a taxa básica para menor patamar da história. Além disso, dada a virulência da inflação, os analistas não descartam a possibilidade de novas altas mais à frente, o que colocaria a presidente na posição incômoda de entregar juros mais altos do que aqueles que encontrou no início do mandato.

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis

Expectativa para expansão da economia este ano é 1,82%, diz BC

Com feijão 22% mais caro, cesta básica fica em R$ 780 na Capital

Apesar da redução no preço, o conjunto de alimentos segue entre os elevados do país

Páscoa deve movimentar mais de R$ 335 mi no comércio de MS

Pesquisa mostra consumidor mais cauteloso, mas data segue relevante para vendas




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---