Alimentos ficam mais caros, e inflação pelo IPC-S ganha força



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16/11/2015 - 00:00

O preço dos alimentos voltou a pressionar o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou 0,86% na segunda prévia de novembro, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira (16).

Nesta apuração, metade das oito classes de despesa usadas no cálculo do índice apresentaram avanço de preços, com destaque para o grupo alimentação (de 0,71% para 1,13%), influenciado pelo aumento das hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -3,64% para 6,48%.

Também subiram as taxas relativas a vestuário (de 0,51% para 0,87%), habitação (de 0,63% para 0,65%) e comunicação (de 0,23% para 0,27%).

Na contramão, desaceleraram as variações de preços de transportes (de 1,82% para 1,52%),

educação, leitura e recreação (de 0,25% para 0,20%), despesas diversas (de 0,10% para 0,08%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,66% para 0,65%).

Veja a variação de alguns itens:

Tarifa de ônibus urbano (de 1,45% para 0,60%)

Passagem aérea (de 4,72% para -3,58%)

Alimentos para animais domésticos (de -0,24% para  -0,79%)

Medicamentos em geral (de 0,18% para 0,07%)

Roupas (de 0,60% para 1,07%)

Tarifa de eletricidade residencial (de 0,94% para 1,38%)

Pacotes de telefonia fixa e internet (de 0,06% para 0,13%)

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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